sexta-feira, 30 de julho de 2010

Club 8 - Be mad, get still, be ill

Conheces. Dancas. Gostas. Pedes o numero.

Esperas. 2 dias. Convidas.

Aceita. Marcas.

Chegas. "Desculpa, estou atrasada." "Puta", pensas. Percorres a rua. Calor do caralho. Ja suas. "Olha, uma livraria." Entras. Gostas. Folheias. Sentes-te bem. "Estou quase a chegar." Nem queres saber. Folheias mais, de estante em estante. Ouves. Soa bem.

"What's this?", "Club 8, a swedish band, we're representing the label", "Oh! That's why it's playing?", "Yes!", "How cool. OK. I'll buy this cd.", "Ok! It's our launch party for the label. Do you want a beer?"

...

"Hi! I'm here! Sorry I'm late. Where are you?"

Bazas e vais ter com ela, saco na mao. Nao compras um CD desde o Spaghetti Incident, mas que sa foda.

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

SBSR 2010 - John Butler Trio (Ocean)

Um dos momentos mais ansiados (por mim) do festival. Não desiludiu. A quem esteve: parabéns! A quem não esteve: estejam agora.

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The Undercover Hippy - Glastonbury 2010

Foi o 1º concerto que vi em glasto, não neste "palco".


O vocalista é igual ao paty das maioneses.
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(En)Beirut(ando)

Bom se calhar devia parar com os posts desta banda ou não?

NÃO!

Aqui vai o cover que fizeram de Hallelujah ao vivo em Paris.



Seguido do cover de Knife, dos Grizzly Bear, também em Paris:



Estes senhores vêm ao Sudoeste no dia 8 de Agosto e atreva-se a levantar o braço aquele que não está em contagem decrescente para ver o que lhe acontece.

Deixo-vos também Postcards from Italy, ao vivo...em Malta.
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sábado, 24 de julho de 2010

Ariel Pink's Haunted Graffiti

"Acredito que existem universos paralelos onde cada um de nós é uma estrela. Este é o meu"

Ariel Pink em entrevista à Time Out (Junho 2010)

Nasceram para a música nos idos 90's, com um pop marcadamente lo-fi e são também honrosamente associados pela Wikipédia à freak folk scene - que independentemente de ser verdade ou não tinha que ser dito. Ariel Pink, o obreiro destes tais de Ariel Pink's Haunted Graffiti, admirador confesso de The Cure, começou a escrever músicas aos 10 anos, e além do talento para a música, que para alguns, tem, é também criador de arte grotesca (!). Soa meio a pop psicadélico desconcertante - ao jeito de MGMT - mas acaba por se tornar interessante e a levar-nos a querer conhecer mais e mais dos seus temas.

Apesar de já contarem com alguns semi-álbuns - assim por Pink considerados - foi em 2010 que assinaram contrato conjugal com comunhão de bens pela absurdamente conceituada indie label 4AD (The National, Tv On The Radio, St Vincent, Bon Iver, Atlas Sound) e gravaram o primeiro disco em alta definição, Before Today, que finalmente os lançou desamparados no mapa da música. Este trabalho chegou mesmo a elevá-los ao nível dos deuses quando o crítico da Pitchfork Mark Richardson (sob o efeito de drogas provavelmente) lhe atribuiu a generosa nota de 9.0. Curiosidade das curiosidades forem terem dado um concerto, literalmente, na minha rua por uns míseros 8€ e eu me ter dado ao luxo de falhá-lo. Para vosotros, fersonas:





Metric - Gimme Sympathy (acoustic)

Isto eh um grande som e, para aqueles de entre nos que amam a Emily Haines, eh, tambem, uma carta de amor, o que nao eh nada mau, para comecar o fim-de-semana



Versao album aqui

Versao Daytrotter aqui
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