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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Born Ruffians - Sole Brother

Este será, provavelmente, o primeiro post que não almeja os "Incríveis", mas antes os "Fraquinhos". Passo a explicar:

Ando a ouvir o "critically unacclaimed" segundo álbum dos Born Ruffians (Say It) e, mais uma vez, decidi ler a crítica da Pitchfork ao mesmo. Esta crítica está tão negativamente boa que me dá uma incontrolável vontade de ouvir o álbum. Afinal, "there's no such thing as bad publicity".

Como acho que o parágrafo que vos deixo é um sublime "mijanço para às pernas" dos canadianos, estou a pensar pedir à minha avó para bordá-lo num "napronzinho" e emoldurá-lo. Enquanto não o faço, "bordo-o" eu aqui. Ora leiam, e deleitem-se:

Both lazy and painfully forced, Say It is a paradoxically bad album-- fitting, then, that the album's most melodically inoffensive cut, "Sole Brother", is the biggest lyrical stinker. "Sole Brother" slowly concerns into what might be the most inane First World Problem expressed in musical form so far this year: doing your chores. Lalonde whines (literally) about having to help his 77-year-old grandfather with yard work, before issuing the following piddling complaint: "You never ask sister/ To help with the chores that are physically straining/ And sometimes/ I wish/ That I was/ A sole brother." (Even worse is the song's second half, sung in thin-lipped falsetto by Hamelin, in which he namechecks rappers like Raekwon, Ghostface, and Lil' Wayne, professing, "I love you/ I wish I was a soul brother.") Yes, he wishes his sister didn't exist, because he has to rake the leaves. Lord knows what his sister will think once she hears this record.

Aqui fica o som que, make no mistake about it, é, de facto, espantosamente mau. 

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terça-feira, 1 de junho de 2010

Born Ruffians - Red, Yellow & Blue

Em boa hora Joaquim Quadros tratou de nos apresentar estes senhores. Este Red, Yellow & Blue é, de facto, muito bom! Enquanto não consigo arranjar o novo álbum - que, hoje mesmo, levou nos cornos como gente grande da Pitchfork - delicio-me com o antecessor. Gosto particularmente da música inicial que acaba por funcionar como amostra do que vem depois.


If I started my own country
For the flag, what colours would I use?
Such a myriad to choose from
I would pick red, yellow & blue

Red, for the blood I'd spill to own it
Yellow, for the sun which shines my way
& although I am leader of this country
Blue, because I'd still have sad days
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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Born Ruffians

Estes canadianos têm interessado bastante aos meus ouvidos. Born Ruffians. Ou muito me engano ou não me parece que sejam "rufias" - uma expressão que, infelizmente, tem caído em desgraça - só de nome, há na sua música uma atitude bandida muito apelativa. Sei bem que a princípio pode até parecer uma coisa estranha mas foi não só pela sonoridade mais à frente e pura daquilo que fazem como pela ligeira dose de maluqueira que injectam nos seus temas, que, na verdade, cai sempre bem, que achei por bem aqui apresentá-los. Embora sejam muito essencializados pela enérgica voz do vocalista Luke LaLonde, as segundas vozes acrescentam também alguma alegria à música que transmitem.
São já progenitores de dois trabalhos longa-duração, Red Yellow & Blue (2008), e o segundo, a dias de ser dado à luz, Say It, com lançamento previsto para 1 de Junho. Deixar-vos-ei com um pouco dos dois, a sós, para depois me dizerem o que acharam.

Hummingbird



I Need A Life



What To Say


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